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Mostrando postagens com marcador #convergencia. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

 A convergência influência diretamente a forma com que fazemos jornalismo. Ela nos impõe novas práticas e faz com que (re) pensemos as formas de se produzir notícia. Por mais que os noticiários televisivos ainda tenham um maior impacto global, quando falamos sobre o consumo de notícias, o acesso a internet, na hora de se informar, é cada vez maior. Além da rapidez, a internet proporciona ao mundo um jornalismo mais democrático, onde todos podem interagir.
 Os jornais, tanto impressos como televisivos, estão migrando para a internet. Porém, de nada adianta a simples reprodução de conteúdos já produzidos. Os jornalistas precisam ser criativos, afinal as demandas dos internautas são bem diferentes que as dos simples espectadores sem ou com pouco acesso a internet.
 Todos, inclusive os que não trabalham com jornalismo, sabem desfrutar das ferramentas on-line. O difícil na hora de escrever uma notícia ou publicar uma foto informativa nas redes sociais, é saber como faze-lo, como atrair o leitor. É preciso o estudo das redes, descobrir o que é necessário para se obter sucesso. Um ou mais profissionais focados apenas na internet, trabalhando apenas em cima disso, dentro da empresa interessada nos assuntos sobre convergência, podem ser a solução.
 A internet é simples, quando utilizada apenas para entretenimento. Mas, quando utilizada para assuntos profissionais e informacionais, ela se complica. É nosso papel, como futuros jornalistas, acharmos uma forma interessante e eficaz de trabalhar com essa nova e promissora ferramenta.



Por Leonardo Hasper e Victor Arendt
Sacha Sanches

Talvez, o maior símbolo da convergência na música seja o iTunes. Você pode baixar suas músicas sem precisar sair de casa e por um preço bem mais barato, e ainda por cima você pode compartilhá-las.

Um dos pontos mais interessante na divulgação de uma música, um álbum ou até mesmo um music video é a convergência, ela está presente em praticamente em tudo relacionado. A influência que as redes sociais como Facebook e Twitter causam na disseminação dos trabalhos artísticos de uma determinada banda ou cantor (a) solo é extremamente importante. Porém, esse compartilhamento de anúncios é maior e melhor dependendo da qualidade do artista.

Miley Cyrus, por exemplo, precisou anuncior muitas vezes sobre seu ultimo music video Wrecking Ball, o que mostra a diferença entre ela e outras artistas mais talentosos, e pode ocorrer um ponto negativo de criar grandes expectativas nos fãs e acabar como o ultimo single de Lady Gaga, Applause, um fracasso decepcionante. Diferentemente de Justin Timberlake e Eminem, que divulgaram seus projetos pouquíssimas vezes ou uma única vez e esse fato colocou ambos no Hot 100 da Billboard e fazer com que Eminem alcançasse 22 milhões e Timberlake ultrapassasse 100 milhões de visualizações em seus últimos music videos.


A convergência é um fator que tem ajudado as bandas alternativas que tiveram espalhadas na internet por seus fãs. O ponto essencial em tudo isso são os fãs, que é através deles que tantos artistas têm suas músicas e álbuns espalhados nas redes sociais.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Luíza Giovana e Suelen de Paula


A convergência de hoje

A convergência é o ‘’fluxo de conteúdos através de múltiplos suportes midiáticos’’... e também se refere ‘’ao comportamento migratório dos públicos dos meios de comunicação, que vão a quase qualquer parte em busca das experiências de entretenimento que desejam’’ (Henry Jenkins).
Para essa circulação de conteúdos por meios de diferentes sistemas midiáticos dar certo, depende fortemente da participação ativa dos consumidores, ou seja, da cultura participativa e da inteligência coletiva.
Podemos ver atualmente como são grandes os esforços que os veículos de comunicação, produtores e etc colocam na convergência, porque quanto mais canais você tem para espalhar o seu conteúdo, por mais pessoas ele será visto e então mais seguidores atrairá.
A atividade que realizamos cobrindo a Semana de Comunicação UP foi um exemplo muito prático de convergência, e um método que a maioria dos grandes veículos de comunicação usam. Eles têm um ponto de convergência, por exemplo, a televisão, onde divulgam a informação que querem para o público geral, a partir daí surgem outros meios como pontos de complementação, como o rádio, um portal na internet, o twitter, facebook, instagram e etc. Em todos esses segmentos se encontram os mais diversos tipos de público, tem aqueles que se contentam apenas em ver a matéria na televisão e tem aqueles que, além disso, querem se aprofundar no assunto e exploram todos os canais de convergência do veículo de comunicação.
A convergência não para aí. Ela também é utilizada em filmes e séries, por exemplo. Fazendo com que o telespectador anseie mais e mais sobre o seu programa favorito.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O livro cultura da convergência se divide em tipos de convergências, todos focados nos fãs.
No primeiro capitulo é descrito sobre a série Survivor, que é uma competição entre pessoas, que tem que suprir água, comida e abrigo por si mesmos, o fato é que, a cada ano o local da disputa era modificado e fãs da série queriam spoilers sobre onde seria a temporada. E isso foi bom para o programa principalmente para um dos produtores que se “divertiu” com a busca por informações. Com muita pesquisa de spoiler, o foco antes do inicio de Survivor era descobrir quem eram os participantes. Os produtores direcionaram o programa de televisão para a internet e para outros pontos de acesso a franquia.
N’outro capítulo a ideia entre programas televisivos e patrocinadores, ou seja, a intenção destes programas era lucrar, alguns exemplos como O Aprendiz (que possui apoio de grandes empresários), o Big Brother (grandes marcas são utilizadas e expostas ao público) e o American Idol (que é patrocinado pela coca cola, e tem sua cor e marca como cenário do programa). Todos fazem sucesso, porém utilizam muitas propagandas (dentro e fora do programa), pois com o interesse do público pode se oferecer muito mais ao consumidor e fizer com que, tanto o programa, como patrocínio lucrem.   
O livro também relata sobre a ideia de transmídia que o filme Matrix quis utilizar, porém de forma equivocada, pois a ideia de convergência é passar o conteúdo para um tipo de grupo, mas Matrix errou feio, colocando conteúdos do game para ajudar no entendimento do filme. Mesmo com a vasta quantidade de produtos, como revista em quadrinhos, desenho Animatrix, Game, a trilogia entre outros produtos, não conseguiu atingir o público, pois quem era “viciado” em Matrix achou pouco conteúdo e quem apenas achava legal o filme, não conseguiu entender a mensagem contida em Matrix.
O livro fala de muitos casos, alguns bons outros nem tanto, porém todos procuraram a convergência de formas diferentes, que deram certo ou não (como foi o caso do Matrix). Com a ideia de convergência, livros viraram filmes (Harry Potter), foram criados espaços interativos para fãs (Heroes). O mundo está se atualizando e as mídias também, utilizam vários meios de comunicação fazendo o gosto de cada pessoa, pois raramente uma pessoa consumiria filme, game, revista, marcas/patrocínio, conteúdo web, entre outros conteúdos de um determinado produto. 
                                                                                                                                                                                                         Bruno
Sacha Sanches

A convergência é um processo que se refere ao conjunto de ideias, marcas e relações a partir de um grande número de canais midiáticos. Feito por decisões originais e o desejo de indústrias cinematográficas, musicais, televisivas e dentre outras de promover sua respectiva marca. Sua divulgação é mais promovida por seus consumidores (fãs) em suas devidas redes sociais.

A convergência está mais associada á maneira como a informação é recebida e repassada através de canais de comunicação e a interatividade uns com os outros. A inteligência coletiva é fundamental nesse percurso, pois todo esse processo coletivo faz parte do consumo. O desenvolvimento dessa cultura nasce da narrativa transmídia, que se refere a um intacto modelo em resposta as mídias, coletando a exigência do ser humano e em dependência da participação ativa da comunidade de conhecimento. 

O mais interessante no livro de Henry é a associação dele ás fanfics de Harry Potter e a relação fã e marca (empresa).

Por Amanda Carolina

A convergência consiste em um processo cultural, que modifica as interações entre os diversos campos da sociedade, ela não está ligada somente aos avanços tecnológicos. Fazendo referência aos meios de comunicação e transformando também a indústria da mídia e seu processo de distribuição, mudando a maneira com que os fãs tratam seus idolos, , sempre relacionando com a moderna conjunção da sociedade. O livro consiste na  relação de três conceitos: convergência dos meios de comunicação, cultura participativa e inteligência coletiva. O autor exemplifica suas teses através de programas, filmes e realyts shows como: Suvivor, Matriz, American Idol, Guerra nas Estrelas, Harry Potter entre outros. A convergência é tratada como movimento  de conteúdos midiáticos, enquanto que a cultura participativa é o oposto da passividade dos espectadores diante dos meios de comunicação. Por sua vez, a inteligência coletiva refere-se a um processo coletivo, onde as conversas se fundem para agregar mais conhecimentos, à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos midiáticos dispersos. As indústrias midiáticas circulam conteúdos por diversas plataformas, proporcionando maior interatividade com o público ou consumidor. Isso significa que o consumidor pode produzir, consumir e distribuir conteúdos de uma única vez, em um único meio. Isso significa que novas e antigas mídias interagem , não representando o fim destas, mas sim uma harmonia de convívio entre ambas. Na cultura da convergência, uma mudança de paradigma. As mídias estão convergindo, mudando, interagindo, e nosso modo de consumir e interagir com elas, também está.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Isabela Rocco 

Henry Jenkins mostra que cultura da convergência está definitivamente transformando a sociedade. Por estarmos repletos de tecnologia, o público hoje em dia não fica só recebendo a informação, mas também participa, produz e troca conhecimento, informação e opiniões ao redor do mundo. Essa colaboração mútua é a inteligência coletiva.

O autor não fica só nos conceitos, mas também exemplifica detalhadamente o transmídia com base em muitos processos. “Cada meio faz o que faz de melhor”.  Assim é possível explorar diferentes plataformas, e conseguir os melhores recursos para cada objetivo.
 É muito argumentado que a inteligência coletiva e a cultura participativa são de extrema importância no lançamento de um produto. Por exemplo, um site que permite a colaboração com informações, ou que dê possibilidade de interação do consumidor com a marca consegue criar uma relação mais efetiva com o público. Também temos os filmes e séries como exemplo: espalhar as informações pela inteligência coletiva pode fazer com que eles fiquem conhecidos mundialmente.

Os fãs fidedignos conseguem puxar outras classes para ver também o que ele gosta, tem grande importância e contribuição para a divulgação e aumento de espectadores/leitores/etc.. Através da internet levam mais gente a conhecer a obra (incluo aqui: livros, filmes, séries novelas, músicas, videoclipes, entre outros), por meio de releases, opiniões, fanfics. Até mesmo os chamados “spoilers” têm seu lado positivo nisso, porque conseguem, com as prévias divulgadas, cativar a curiosidade de outras pessoas.

A convergência, além da informação e da publicidade, é um agente transformador na sociedade em geral, em todos os aspectos. Podemos notar nos casos de influência sobre as eleições, ou até mesmo em manifestações e protestos. 

Ana Clara Colemonts 

Henry Jenkins, coordenador do Programa de Estudos de Mídia Comparada do Massachusets Instituct of Tecnology (MIT), autor da obra “Cultura da Convergência”, explora em seu livro os novos padrões das mídias e sua relação com o marketing, e a nova geração de consumidores, que navegam por diversas plataformas em busca de novas informações sobre suas marcas e franquias.
A convergência é do fluxo de conteúdos através de diversos suportes midiáticos, em que cada plataforma precisa oferecer ao consumidor o que faz de melhor. Cada mídia precisa oferecer um texto, de maneira distinta, uma nova forma de contar a história, a redundância na divulgação de conteúdos gera o desinteresse do público. A história em cada mídia tem de oferecer algo novo, que proporcione uma profundidade de experiência, porém que não seja desconexa à história principal.
O sucesso da circulação de conteúdos depende da participação ativa do público, à medida que novos conteúdos chegam aos consumidores, esses faram com que isso circule, seja pela internet, ou pela conversa “boca a boca”, a informação pode atingir alguém que futuramente se transforme em um consumidor fiel. A convergência se dá através do cérebro dos consumidores e de suas interações sociais.
As marcas mais sucedidas constroem laços afetivos com seus consumidores, aderindo uma identidade sentimental profunda, para que seja possível relacionar ideias e sentimentos à marca. A afetividade presente na divulgação da marca atraí consumidores fiéis, sendo esses os mais ativos, que são os que consumem a maior parte dos produtos da marca. 
Laura Torres

Por meio do livro Cultura da Convergência de Henry Jenkins, é possível perceber a relação da convergência com o nosso dia a dia. O autor explica a convergência com vários exemplos o que facilita o entendimento.
Henry Jenkins mostra a importância de inserir o consumidor (no nosso caso, o leitor) no processo e despertar uma participação no telespectador. Assim como a independência do formato, a cultura participativa e inteligência coletiva são fundamentais para a cultura da convergência.
É possível atingir três tipos de receptores, o fã fidedigno, o que vê esporadicamente e o que nunca vê. No jornalismo, deve haver um cuidado especial para atingir o que sempre vê (o fã), pois ele intensifica o valor da informação e chama outras pessoas para ver também. O modelo midiático que temos hoje permite que as pessoas se aprofundem e se envolvam com o assunto.  
O que podemos absorver sobre a convergência, somando tudo o que foi visto, é que ela esta em todo lugar e todas as pessoas acabam praticando algum tipo de convergência, quando postam no twitter uma frase, fazem um texto sobre ela no facebook e postam fotos no instagram, por exemplo.


Graziela Fioreze

A cultura da convergência, um fenômeno que ganhou força com o advento da internet, permite que um conteúdo se dissemine por diversos formatos diferentes, dando ênfase nas particularidades de cada plataforma que se abastece desse conteúdo. A base da convergência se concentra na cultura participativa e inteligência coletiva, tendo o usuário como o agente mais importante neste processo. E é nesse momento que se identifica a importância do fã, que alimenta a marca e interage no processo. “Os fãs são o segmento mais ativo do público das mídias, aquele que se recusa a simplesmente aceitar o que recebe, insistindo no direito de se tornar um participante pleno”, conta o autor.
Segundo o autor do livro, a convergência “ocorre dentro dos cérebros de consumidores individuais e em suas interações sociais com outros”.  O fenômeno se origina de um processo social, o “burburinho” no qual as pessoas interagem umas com as outras, divulgando conteúdos de seu agrado, com a intenção de alcançar mais fãs para a marca que consome. E esse burburinho é muito valorizado pelo mercado das mídias. Pode-se dizer que se tornou um agente transformador da sociedade.
A indústria passou a assimilar a convergência como uma estratégia poderosa para tornar a marca ainda mais forte. Não basta vender, a marca precisa estar na memória das pessoas. O objetivo é oferecer uma experiência que vai além do produto que é vendido. Somente através dessa estratégia, a marca ficará na cabeça e no coração das pessoas.
O autor do livro explica o processo da narração transmidiática, em que “cada meio faz o que faz melhor – a fim de que uma história possa ser introduzida num filme, ser expandida pela televisão, romances e quadrinhos; seu universo possa ser explorado em games ou experimentado como atração de um parque de diversões.” O sucesso da narração transmidiática promovida pelas franquias está profundamente relacionado à maneira como estas franquias espalham o conteúdo, seja em livros, filmes, jogos e etc. Vale aqui a sensibilidade das empresas ao identificarem as plataformas que podem ser melhor exploradas pelo conteúdo que produzem. Não pode haver a replicação dos conteúdos. O usuário precisa ser surpreendido, porque isso vai instigá-lo a continuar se alimentando da marca. Por que ele precisa navegar em novas plataformas se a informação divulgada será a mesma? A garantia de sucesso depende tanto da qualidade do conteúdo quanto da forma de distribuição do mesmo.
O livro também discorre sobre a mudança do perfil do consumidor. “Se os antigos consumidores eram previsíveis e ficavam onde mandavam que ficassem, os novos consumidores são migratórios, demonstrando uma declinante lealdade a redes ou a meios de comunicação.” Antes mesmo de tornar-se fiel à marca, o consumidor de hoje é fiel ao conteúdo que lhe é oferecido. A exigência é maior e o usuário precisa ser conquistado pela novidade que aquela nova plataforma vai oferecer. Transformando-se em fã, ele trará novos fãs, que trarão novos fãs, garantindo o sucesso de público consumidor da marca.
No mundo interativo que se formou, o marketing passou a explorar novas estratégias. Trata-se de “um processo cooperativo, em que o profissional de marketing ajuda o consumidor a comprar, e o consumidor ajuda o profissional de marketing a vender”.
A nova mídia opera sob princípios baseados na participação, reciprocidade e comunicação ponto a ponto. A comunicação de “um para muitos” foi deixada no passado. Hoje o usuário quer, antes mesmo de consuimir, participar do processo de criação. Ele quer ajudar.

“Um homem com uma máquina (uma TV) está condenado ao isolamento, mas um homem com duas máquinas (TV e computador) pode pertencer a uma comunidade."

Cultura da Convergência, Henry Jenkins.

          Mariane Moreira


          Em sua obra "Cultura da convergência", o pesquisador de mídias Henry Jenkins trata sobre como a convergência está infiltrando cada vez mais nas sociedades. Baseado nos pilares de inteoligência coletiva, cultura participativa e convergência midiática, o livro conceitua e exemplifica algumas transformações causadas pela narrativa transmídia e suas consequências no atual cenário dos meios de comunicação.
          É possível fazer uma ligação dos conceitos abordados no livro com a ampliação dos pontos de contato com o consumidor, usando como exemplo a pirâmide com os três níveis de consumidor e sua relação, principalmente, com a cultura participativa e a inteligência coletiva. A base da pirâmide é formada pelo maior publico, que é aquele casual, consumidor apenas das mídias fundamentais. Em seguida, aparece o público ativo, que acaba se aprofundando um pouco mais na experiência. No topo da pirâmide estão os entusiastas, que atuam como agentes de epidemia social. Ao decorrer do livro, nota-se que os públicos ativo e entusiasta não existiriam se não houvesse esse tripé de conceitos. Ou seja, essa convergência, por mais que não seja visível, acaba por abrir um enorme leque com oportuniades de mercados, pois é necessário ter um produtor que saiba atender a tudo o que o público exige. 
         Ao citar o exemplo do telefone celular, Jenkins nos faz notar tamanho desempenho executado por um pequeno aparelho. A compactação dos apartos tecnológicos em nada altera seu funcionamentos, pelo contráro: traz melhorias. Não se usa mais um celular apenas para fazer ligações. Usa-se para estar vinte e quatro horas conectado ao mundo, compartilhar arquivos, entre tantas opções que esses aparelhos já nos tem a oferecer. E é claro que os marketeiros se aproveitam desse "mix"para usar suas estratégias mercadológicas. E dá certo! 
          Jenkins usa mais diversos e diferentes exemplos para aplicar sua teoria. Séries de TV e filmes americanos de sucesso são frequentemente citados pelo autor para tratar da convegência transmidiática e como a inteligência coletiva pode auxiliar em sua criação e expansão, criando uma expécie de "cauda longa", uma ramificação. Até porque a narrativa transmída não é nada mais do que uma ramificação da ideia principal, para atrair diversos públicos ao mesmo ponto - ou nome, marca, filme, etc. 
          Henry conclui que esse tripé é uma demão ao público para que se relacione mais facilmente com os meios de comunicação e para que tenha a oportunidade de acompanhar seu crescimento na mesma velocidade, citando que essa afluência pode nos ajudar a entender dinâmicas sociais e movimentos culturais. Para Jenkins, é importante que se faça uso das habilidades desenvolvidas para a solução de adversidades de maior amplitude, como política, questões sociais e mercadológicas.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Alice dos Santos
Ana Cristina Mayer
Laura Torres
Petry Souza


De acordo com a Infopédia (Enciclopédia e Dicionários Porto Editora), convergência é o ato de convergir, junção num ponto. Podemos entender melhor o que isso significa quando analisamos um jornal como o Tribuna da Massa, Gazeta do povo ou o Portal da BandNews Curitiba.
Os três veículos possuem um portal, onde é o ponto de convergência, mas também utiliza sua página no facebook e sua conta do twitter como complementação. A convergência é interessante tanto para o consumidor da notícia, quanto para o transmissor, pois assim ampliamos os nossos conhecimentos sobre determinados assuntos.
Por exemplo, a Gazeta do Povo publica uma determinada matéria sobre a visita do Papa Francisco em uma das edições impressas, consequentemente a matéria vai para o portal da internet, algumas frases curtas sobre o assunto serão postadas no twitter, e algumas fotos na página do jornal no facebook. Ou seja, o consumidor, terá acesso a inúmeras informações, o que privilegia também o veículo, pela ótima cobertura que realizou.
A convergência é a realidade do novo jornalista, o que o ajuda, além de ampliar o mercado de trabalho. Cada veículo tem sua função principal, e para o jornalismo todas são fundamentais, com elas interligadas é possível ter uma informação coerente e satisfazer o consumidor.
 
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