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Mostrando postagens com marcador Curitiba. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013


 O Twitter é uma rede social pela qual seus usuários podem comunicar-se com outros a partir de 'tweets' (que em inglês significa 'pio'), que são mensagens de até 140 caracteres. Esse tipo de rede social, em que o usuário pode fazer breves atualizações de texto, pode ser classificada como micro-blog. Outros exemplos de redes sociais que possuem a utilidade de micro-blog são o Orkut e o Facebook, em suas atualizações de status.
 Criado em março de 2006 por Jack Dorsey, o Twitter já estava circulando na internet quatro meses depois, em julho. O site registrou mais de 175 milhões de usuários em 2012, recebendo mais de 340 milhões de 'tweets' por dia, e vem se tornando um dos dez sites mais acessados em toda a internet.  Usuários não-cadastrados podem ler as atualizações, enquanto usuários cadastrados podem escrevê-las através do computador, mensagens de texto, e aplicativos móveis. 
 O conceito inicial da utilização do Twitter veio de Dorsey, que durante um brainstorm liderado pela companhia Odeo, imaginou um indivíduo comunicando-se com um grupo de pessoas via SMS (essa tecnologia ainda não era de fácil acesso, como nos dias de hoje). 

 A entrevistada Aline Peres, que trabalha na Gazeta do Povo, tem como função exclusiva fazer atualizações  nas páginas do Facebook e do Twitter do jornal. Segundo ela, a cada 15 minutos são atualizados os 'tweets'. "Eu costumo pensar que o Twitter é um portal de acesso: na realidade, você dá um pedacinho do doce ao leitor, e o resto ele vai procurar na sua home page".


Por Guilherme Nunes



Equipe: 
Guilherme Nunes 
Victor Arendt
Bruno Henrique 
Leonardo Hasper
Eduardo Duda
Larissa Katherine 
Gabriel Meirelles 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Podemos iniciar o assunto falando a respeito dos hits e nichos, comparando Cauda Longa as manifestação que estão ocorrendo no Brasil e no mundo. O estopim das manifestações foi o aumento da tarifa do transporte público e os nichos agregaram insatisfações que vieram na bagagem, como a reivindicação de melhorias no transporte, saúde, educação e mais tarde o não a "PEC 37", "tarifa zero", não a "cura gay" nem a "bolsa estupro" e muitos outros problemas que atingem a insatisfação da população brasileira.

Essas manifestações acabam adquirindo o efeito da Cauda Longa e são encaixadas nos três pilares propostos no livro: 

Faça: Manifestação e material para divulgação. 
Publique: Tudo o que está acontecendo, democratize informação. Lembre-se que quem participa e está nas ruas tem informações mais apuradas. Você pode publicar através de depoimentos, vídeos e fotografias. 
Me ajude a encontrar: Todas as informações, libere-as, compartilhe no facebook, comente no twitter e escreva sobre elas em seu blog.

PROAM: Deixamos de ser meros receptores para ser ativistas e além de participar, transmitimos informações.


No início do livro, o autor fala sobre os hits estarem disponíveis numa biblioteca online graças a internet, onde você pode acessar a hora que quiser. Assim como as informações jornalísticas, o que antes nós precisaríamos buscar em gavetas e pastas, hoje a busca google traz pra nós, além do que buscamos, acesso a links que tenham a ver com a pesquisa. O grande problema disso, é que algumas pessoas podem transmitir notícias antigas como se fossem novidade, o que é o caso das manifestações atuais e acabaram gerando muita polêmica, como o caso da Usina de Belo Monte e a censura de 24h do Facebook. Outro fator importante no livro, é que não somos obrigados a consumir só uma determinada opção, com esse avanço temos disponíveis várias mídias que produzem conteúdos diversos sobre este assunto.

Bruna Alves Teixeira, 1 M JORN









 
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