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Mostrando postagens com marcador Jornalismo. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

 A convergência influência diretamente a forma com que fazemos jornalismo. Ela nos impõe novas práticas e faz com que (re) pensemos as formas de se produzir notícia. Por mais que os noticiários televisivos ainda tenham um maior impacto global, quando falamos sobre o consumo de notícias, o acesso a internet, na hora de se informar, é cada vez maior. Além da rapidez, a internet proporciona ao mundo um jornalismo mais democrático, onde todos podem interagir.
 Os jornais, tanto impressos como televisivos, estão migrando para a internet. Porém, de nada adianta a simples reprodução de conteúdos já produzidos. Os jornalistas precisam ser criativos, afinal as demandas dos internautas são bem diferentes que as dos simples espectadores sem ou com pouco acesso a internet.
 Todos, inclusive os que não trabalham com jornalismo, sabem desfrutar das ferramentas on-line. O difícil na hora de escrever uma notícia ou publicar uma foto informativa nas redes sociais, é saber como faze-lo, como atrair o leitor. É preciso o estudo das redes, descobrir o que é necessário para se obter sucesso. Um ou mais profissionais focados apenas na internet, trabalhando apenas em cima disso, dentro da empresa interessada nos assuntos sobre convergência, podem ser a solução.
 A internet é simples, quando utilizada apenas para entretenimento. Mas, quando utilizada para assuntos profissionais e informacionais, ela se complica. É nosso papel, como futuros jornalistas, acharmos uma forma interessante e eficaz de trabalhar com essa nova e promissora ferramenta.



Por Leonardo Hasper e Victor Arendt

quinta-feira, 15 de agosto de 2013


O Pinterest é a rede social com ritmo de crescimento mais rápido da história dos Estados Unidos.

O pinterest permite que o usuário crie e compartilhe “quadros virtuais” de fotos e vídeos. Você pode criar “boards”, organizando imagens e vídeos por temas e categorias. Os boards são distribuídos no perfil do usuário.
No Pinterest, os usuários seguem uns aos outros, e os conteúdos de quem você segue são disponibilizados na página inicial. Há a possibilidade de seguir boards específicos de um perfil, mesmo um usuário tendo muitos boards, você pode seguir apenas os que realmente te interessam.

Pode-se criar um novo board postando fotos que já estão em seu computador, assim como pode adicionar fotos postadas por outros usuários do Pinterest e que se encontram outros sites da internet. Para fazer isso, é preciso fazer instalar o botão Pint It, arrastando-o para a barra de favoritos de seu navegador.

O Pinterest possui um canal no youtube, que divulga tutoriais de como instalar o botão Pin It. Também há o aplicativo do Pinterest disponível para celulares.

Há a possibilidade de compartilhar todo o conteúdo do Pinterest em contas no Facebook e Twitter.

Além do uso pessoal, há o uso voltado para o e-commerce e divulgação de produtos e serviços, divulgação de portfólio e infográficos. Sites e portais utilizam o Pinterest para divulgar notícias, e ao clicar na imagem, o usuário é direcionado ao site tendo acesso à notícia na íntegra.

O Pinterest pode servir como vitrine para sites que realizam venda on-line, ao incluir o preço do produto na descrição foto, a rede social automaticamente inclui uma tarja na imagem com o seu valor e classifica como “Gift”.

Pinterest e o Jornalismo

Alguns portais e empresas jornalisticas usam o Pinterest para fazer a convergência para atrair os usuários da rede a lerem suas notíciais, além de outras redes sociais, pesando a linguagem visual oferecida pela rede social. Por exemplo, a revista Exame utiliza o Pinterest para linkar notíciais, o usuário clica no foto e a página o direciona a página de notícia. É como se fosse um link, mas visual, como no twitter ou facebook. 

Acesse mais informações em nosso pinterest: http://pinterest.com/cpositivo/

A equipe é formada por: Ana Clara, Bruna Teixeira, Sacha Sanches, Isabela Rocco, Carolina Fabiani, Lucas Souza e Juliana Mello.

    Por: Alice dos Santos, Ana Mayer, Laura Torres, Luana Vosgerau, Petry Souza e Victória Pagnozzi.

 

    Os blogs são uma excelente ferramenta para a convergência midiática, pois qualquer um pode tornar-se um blogueiro. Os blogs tratam de assuntos diversos e são os queridinhos de muitos internautas. Além da utilização de textos para informar ou divertir os leitores, eles ainda oferecem ferramentas adicionais como tags, vídeos, imagens e áudios. Um outro benefício do blog é a possibilidade de maior interação com os leitores, que podem deixar suas opiniões através dos comentários.
     Mas apesar de toda a liberdade de opinião que o blog traz, deve haver um cuidado. Blogueiros independentes não tem a proteção de um jornal e estão mais vulneráveis a ameaças por coisas que falam ou denúncias que fazem.
     Há três formas de blog: o pessoal, o de gênero (trata de um assunto específico) ou então os organizacionais (mantidos por empresas).
    Atualmente todos os veículos tradicionais de comunicação possuem blogs vinculados aos seus portais, que abordam temas diversos como saúde, política, cidadania, entretenimento, entre outros. Muitos desses blogs são de responsabilidade de jornalistas, o que mostra que não há embate entre estes e os blogueiros. Ethevaldo Siqueira, do blog Política e Tecnologia No Mundo Digital, vinculado ao portal do jornal Estado de S. Paulo, disse em um de seus posts que os blogueiros “ampliam não apenas o debate e a controvérsia em nossa sociedade, bem como alargam significativamente os horizontes da informação”.

 

Blog criado para melhor explicar o conteúdo: convergenciaup.blogspot.com
 
 

 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013


 O Twitter é uma rede social pela qual seus usuários podem comunicar-se com outros a partir de 'tweets' (que em inglês significa 'pio'), que são mensagens de até 140 caracteres. Esse tipo de rede social, em que o usuário pode fazer breves atualizações de texto, pode ser classificada como micro-blog. Outros exemplos de redes sociais que possuem a utilidade de micro-blog são o Orkut e o Facebook, em suas atualizações de status.
 Criado em março de 2006 por Jack Dorsey, o Twitter já estava circulando na internet quatro meses depois, em julho. O site registrou mais de 175 milhões de usuários em 2012, recebendo mais de 340 milhões de 'tweets' por dia, e vem se tornando um dos dez sites mais acessados em toda a internet.  Usuários não-cadastrados podem ler as atualizações, enquanto usuários cadastrados podem escrevê-las através do computador, mensagens de texto, e aplicativos móveis. 
 O conceito inicial da utilização do Twitter veio de Dorsey, que durante um brainstorm liderado pela companhia Odeo, imaginou um indivíduo comunicando-se com um grupo de pessoas via SMS (essa tecnologia ainda não era de fácil acesso, como nos dias de hoje). 

 A entrevistada Aline Peres, que trabalha na Gazeta do Povo, tem como função exclusiva fazer atualizações  nas páginas do Facebook e do Twitter do jornal. Segundo ela, a cada 15 minutos são atualizados os 'tweets'. "Eu costumo pensar que o Twitter é um portal de acesso: na realidade, você dá um pedacinho do doce ao leitor, e o resto ele vai procurar na sua home page".


Por Guilherme Nunes



Equipe: 
Guilherme Nunes 
Victor Arendt
Bruno Henrique 
Leonardo Hasper
Eduardo Duda
Larissa Katherine 
Gabriel Meirelles 

Por: Bruna Luíza Karas, Daniele Vieira, Eluyse De Lima Cirino, Karla Kachuba e Luiza Jacometto.


A criação de Mark Zuckerburg e seus amigos, O Facebook é a rede social mais utilizada no Brasil. Com o surgimento das mídias sociais e o grande espaço que elas ocupam na internet, os meios de comunicação precisaram se modernizar e adaptá-las como um agregador e também como uma ferramenta de trabalho. Os principais jornais do país, Folha de São Paulo e Estadão aderiram ao Facebook, assim como o grande The New York Times.

O Facebook funciona como um complemento, os jornais postam chamadas que são pequenos textos com fotos ou vídeo e anexam o link da página online, o leitor que quiser a matéria na íntegra se direcionará ao jornal online. As pessoas buscam a informação rápida, e através da página no Facebook o leitor ou o público em geral pode interagir postar comentários e estar mais próximo do veículo de comunicação, o que auxilia o próprio veículo e também informam de maneira direta as pessoas que estão sempre conectadas em casa ou pelo celular.

Os jornalistas também podem usar o perfil para divulgação de informações, como foi o caso da jornalista da Folha de São Paulo, Giuliana Vallone, que foi atingida por uma bala de borracha durante a cobertura das manifestações, em Junho desse ano. A jornalista utilizou seu próprio perfil para relatar o que viveu naquela noite de quinta feira. As redes sociais em si foram muito utilizadas para informar as pessoas sobre o que ocorria nas ruas durante os protestos. Isso mostra que a internet serve de fonte de informações, e que o público pode manter-se informado através dela curtindo a página de fontes importantes de notícias.

O Tumblr é um dos serviços de postagem mais populares do mundo, com atualmente mais de 130 milhões de blogs, 57,6 bilhões de postagens, registrando 13 bilhões de visitas por mês. O criador é David Karp, que aos 19 anos fundou a ferramenta, ao se dar conta de que faltava um serviço para expressar a criatividade das pessoas de forma completa. O Tumblr, iniciado em 2007, era apenas uma ferramenta de publicação de conteúdo. Com o contínuo crescimento, hoje se tornou uma rede de mídia poderosa. “Evoluímos em dois momentos: quando o usuário conseguiu seguir outros blogs e quando pôde reproduzir conteúdo de outros usuários. Com isso, a rede tomou forma”, afirma David.Apesar do pouco reconhecimento do tumblr pelas empresas e veículos de comunicação como ferramenta da transmedia storytelling, ele tem grande potencial para fazer parte, como utensílio, das múltiplas plataformas de mídia. Os veículos de comunicação podem utilizar a ferramenta como mais um instrumento para alcançar os consumidores de informação de sua demanda. Através dele, podem ser criados diferentes nichos de consumo, diferentes meios de informar e ser mais um ponto de acesso para a nave-mãe da notícia.O objetivo principal do tumblr fica bem evidente para aqueles que passam a conhecer todas as propriedades da ferramenta. Você é livre para publicar tudo que tiver vontade, a qualquer momento, e, de quebra, você ainda pode personalizar o perfil de acordo com suas preferências. “No serviço, você não é simplesmente alguém comentando em um site, você é um editor responsável pela sua página”, afirma David.O Brasil é o segundo país mais influente da rede social no mundo inteiro, tendo um crescimento de 500% no ano de 2012, segundo dados apresentados pela Equipe Brasil, Tumblr brasileiro de informações oficiais da plataforma. Estamos acima da média mundial em horas de acesso. Passamos em média 32 minutos acessando o Tumblr, enquanto a média mundial alcança o tempo de 23 minutos. Esse crescente tempo de acesso só confirma o grande salto que a ferramenta obteve em número de usuários no país. 

Para divulgar o conteúdo produzido pelo grupo, foi criado o perfil Jornalismo e Convergência. Acesse www.jornalismoeconvergencia.tumblr.com e confira todo o material produzido pelas alunas Amanda Oliveira, Débora Maria, Graziela Fioreze, Luíza Giovana, Mariane Moreira e Suelen de Paula.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Com o surgimento da internet, os meios de comunicação tiveram que se adaptar à nova realidade tecnológica. A internet proporcionou também que alguns “jornalistas-sem-formação” surgissem. Um ótimo exemplo dessa situação é o criador do perfil no twitter “@plantao190”, João Carlos Figerio. Tudo começou com a percepção de que em Curitiba não havia um meio efetivo de divulgação de ocorrências policiais. João, então, começou a fazer vídeos streaming, com a cobertura dessas ocorrências. Mas ele logo percebeu que as pessoas não tinham muito interesse nos vídeos, elas preferiam fotos e informações rápidas, resumidas. Foi então que ele criou o perfil do twitter, que hoje conta com mais de 28 mil seguidores de Curitiba e Região Metropolitana.
Os seguidores participam ativamente do perfil. Com “RT’s”, fotos em tempo real, menções do perfil com informações sobre o trânsito, acidentes, roubos, entre outros. A participação da população, segundo João, é essencial, já que não tem como estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
João Carlos não é jornalista, mas é um excelente exemplo de como amadores podem chegar bem perto da função. Ele não recebe retorno financeiro, faz por pura paixão e interesse. Tem diversos contatos em jornais e delegacias. Tem uma rapidez incrível para a cobertura dos fatos, às vezes, atravessa a cidade em alguns minutos. Mas, há também, um ponto negativo. Há vários erros na divulgação das informações, por ser tudo em tempo real e talvez até pela “não-formação” de João, as informações não são devidamente apuradas e erros são cometidos frequentemente.

Alunas: Amanda Oliveira, Bruna Luíza Karas, Eluyse de Lima, Graziela Fioreze e Mariane Moreira.
A internet trouxe uma das maiores revoluções da história da humanidade, afetando todos os cantos da sociedade e mudando nossos hábitos para sempre. Nessas mudanças a música foi uma das que mais se transformou. Nossas maneiras de descobrir, ouvir e desfrutar de ritmos agradáveis aos nossos ouvidos evoluíram. 

Foi-se a época que precisávamos ir a lojas de discos para adquirir o novo CD do David Bowie, fuçar entre inúmeros LPs para descobrir um novo som ou ir a algum bar local para descobrir uma nova banda. Temos tudo isso a um clique de distância. Quer o novo single da Madonna? iTunes Music Store é a sua pedida. E que tal descobrir algo novo? SoundCloud está ai. Tem uma banda na sua garagem? Poste um vídeo no Youtube e receba feedback rapidamente. Quer saber qual a música mais badalada nos Estados Unidos? E que tal na Coréia? Billboard e suas listas te mostram em detalhes. Um mundo musical inteiro a se explorar e você nem precisa se levantar da cadeira.

Claro que nem tudo são flores, pois com a internet a troca de arquivos diretamente entre os usuários se tornou muito mais rápida e fácil, permitindo que músicas sejam trocadas e obtidas ilegalmente sem nenhum custo. Dá até pra você conseguir o novo álbum do Daft Punk antes mesmo que ele seja liberado para venda! Claro que isso é contra a lei e em alguns casos você pode ser preso. 

Assim como nós mudamos nossos hábitos com a internet, a música também se transformou. E dai fica a grande questão: Mudou para melhor ou para pior?


Alunos: Guilherme Dea, Uliane Tatit, Amanda Carolina Cordeiro, Pedro Garcia, Nicole Gulin, Desirée Davoglio e Luiz Richalski,

quarta-feira, 10 de abril de 2013

O jornalismo tem passado por transformações significativas nas duas últimas décadas. Essas mudanças são, em parte, decorrentes da chegada da internet e da instauração das mídias sociais como ambientes de produção e divulgação do material jornalístico. Nesse contexto, destaca-se o surgimento do jornalismo colaborativo, com a participação do público que, de mero receptor da informação, passa agora a produtor de notícias, enviando conteúdos para as redações. Discutimos a importância das mídias sociais para o jornalismo atual e as novas práticas necessárias ao jornalista.

 Atualmente, as redes sociais Facebook e Twitter aparecem como ferramentas importantes para a coleta e divulgação da webnotícia uma das grandes possibilidades do webjornalismo é a interação direta e imediata com o produtor da notícia. No jornalismo impresso, por exemplo, caso um leitor discorde de algo exposto na notícia, terá que enviar uma carta ou um e-mail e aguardar que esta seja publicada em edição posterior. No ciberespaço há um grande fluxo de informações acontecendo de forma mais rápida, com atualizações em poucos espaços de tempo.

 Com o crescimento mundial da acessibilidade da internet, juntamente com o avanço da tecnologia dos aparelhos de telefonia móvel, surgiu outro grande avanço para o jornalismo: o jornalismo móvel. Com celulares cada vez mais dotados de recursos e o acesso a web, tornou-se possível não só a leitura de notícias, mas também a própria produção jornalística, diretamente do local de onde ocorreu o fato.

 Recentemente, o canal de notícias Sky News10 criou a função de correspondente no Twitter. A função deste profissional é vasculhar o microblog em busca de notícias.

 Além destas novas funções presentes no webjornalismo, podemos identificar também uma participação cada vez mais efetiva do público consumidor de informação. Com o auxílio das mídias sociais, estes consumidores passam a ser importantes colaboradores para a produção da notícia, utilizando espaços cedidos nos portais, produzindo e enviando material jornalístico, caracterizando assim o jornalismo colaborativo. Os usuários enviam vídeos, fotos, e passam informações aos jornalistas, caracterizando-se como prosumer. O prosumer é um novo personagem no cenário da redação de um telejornal ou de uma agência de notícias. Ele é o cidadão que produz o conteúdo midiático e o envia para a redação ou agência. Um exemplo é o Vc Repórter, do Portal Terra, que permite que os usuários enviem seu conteúdo jornalístico.

 Recentes eventos, como o Grande Tsunami do Oeste no Japão em 2011 e o Furacão Sandy nos Estados Undidos em 2012 mostraram a importancia do prosumer nas coberturas, podendo transmitir informações de locais de difícil acesso e detalhes cruciais assim que eles acontecem. Com um papel cada vez mais ativo, os grandes jornais não poderão mais ignorar esse importante sertor. A tendencia é que os leitores tenham uma relação cada vez mais direta com a notícia e com o veículo de comunicação.


Alunos: Amanda Carolina, Cristiane Lisboa, Filipe Veronezi, Guilherme Dea, Heloisa Quierati, Leonardo Hasper, Suelen de Paula, Victor Arendt.
O que é?

A deep web é composta por atividades ilegais e, na maioria das vezes, pavorosas que não são acessíveis diretamente pro sites de busca. Nas profundezas do grande iceberg, chamado internet, existe o lado mais escuro e sombrio, que a grande parte dos usuários não conhece. Ela representa cerca de 90% da internet e há quem diga que o Google só consegue rastrear 1% do que existe online.

As páginas da web da superfície podem ser rastreadas e indexadas pelos mecanismos de busca tradicionais, como o Google, porque são ligadas umas às outras por link. Já as páginas que estão na deep web residem em bases de dados pesquisáveis, mas somente podem ser descobertas por uma consulta direta. Sem isso seus resultados não são publicados.

Como acessar? 

Por meio da instalação ferramenta Tor, que te coloca no anonimato, prevenindo ataques de vírus e hackers, inclusive de sites criminosos que podem ter acesso aos seus dados. A partir da troca do IP e da instalação do Tor, todos os sites com extensão "onion.com", que são relacionados à deep web, podem ser acessados.

Quais são os riscos?

Se não ocorrer anonimato total a pessoa pode ser rastreada tanto pela polícia quanto pelo criminoso. Ao entrar em um dos links da deep web é recomendado não escrever mais de uma frase nos fóruns (codificação entre criminosos), nem permanecer mais de cinco minutos falando com uma mesma pessoa.

Casos comprovados:
(Não entraremos em detalhes)
- Tortura por encomenda;
- Centopeia Humana;
- Bonecas Humanas;
- Vídeos Snuffs;
- Tráfico de drogas;
- Tráfico de orgãos;
- Pedofilia grotesca;
- Canibalismo;
- Tráfico de armamento.

Qual o lado bom da deep web?

O site Wikileaks foi criado a partir dos dados lançados na deep web, o governo usa a deep web para saber das preferências da população, o Facebook e sites pornôs usam a deep web para esconder os dados dos usuários.

Confira abaixo o slideshare usado para a apresentação do trabalho:

Alunos: Uliane Tatit, Izabelle Ianchuki, Pedro Garcia, Desirée Davoglio, Luiz Richalski e Larissa Petrova. 

 
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