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Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013


O Pinterest é a rede social com ritmo de crescimento mais rápido da história dos Estados Unidos.

O pinterest permite que o usuário crie e compartilhe “quadros virtuais” de fotos e vídeos. Você pode criar “boards”, organizando imagens e vídeos por temas e categorias. Os boards são distribuídos no perfil do usuário.
No Pinterest, os usuários seguem uns aos outros, e os conteúdos de quem você segue são disponibilizados na página inicial. Há a possibilidade de seguir boards específicos de um perfil, mesmo um usuário tendo muitos boards, você pode seguir apenas os que realmente te interessam.

Pode-se criar um novo board postando fotos que já estão em seu computador, assim como pode adicionar fotos postadas por outros usuários do Pinterest e que se encontram outros sites da internet. Para fazer isso, é preciso fazer instalar o botão Pint It, arrastando-o para a barra de favoritos de seu navegador.

O Pinterest possui um canal no youtube, que divulga tutoriais de como instalar o botão Pin It. Também há o aplicativo do Pinterest disponível para celulares.

Há a possibilidade de compartilhar todo o conteúdo do Pinterest em contas no Facebook e Twitter.

Além do uso pessoal, há o uso voltado para o e-commerce e divulgação de produtos e serviços, divulgação de portfólio e infográficos. Sites e portais utilizam o Pinterest para divulgar notícias, e ao clicar na imagem, o usuário é direcionado ao site tendo acesso à notícia na íntegra.

O Pinterest pode servir como vitrine para sites que realizam venda on-line, ao incluir o preço do produto na descrição foto, a rede social automaticamente inclui uma tarja na imagem com o seu valor e classifica como “Gift”.

Pinterest e o Jornalismo

Alguns portais e empresas jornalisticas usam o Pinterest para fazer a convergência para atrair os usuários da rede a lerem suas notíciais, além de outras redes sociais, pesando a linguagem visual oferecida pela rede social. Por exemplo, a revista Exame utiliza o Pinterest para linkar notíciais, o usuário clica no foto e a página o direciona a página de notícia. É como se fosse um link, mas visual, como no twitter ou facebook. 

Acesse mais informações em nosso pinterest: http://pinterest.com/cpositivo/

A equipe é formada por: Ana Clara, Bruna Teixeira, Sacha Sanches, Isabela Rocco, Carolina Fabiani, Lucas Souza e Juliana Mello.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Uma rádio, um trabalho. Um mundo novo e uma experiência nova. Esse blog trata de um projeto proposto pela disciplina de Comunicação e Cultura Digital com base nas entrevistas concedidas pela Band News Fm de Curitiba - PR.


O blog não veio para substituir os veículos convencionais, ele serve como mídia alternativa.


A rádio surgiu há 7 anos. Possui uma programação jornalística no ar, 24 horas por dia. A rede transmite vários boletins de notícias com duração de cerca de vinte minutos durante toda a programação, intercalados por análises de colunistas.


Sua programação é composta com blocos de 20 minutos com as notícias do dia. Nesses blocos, cerca de 5 minutos são dedicados a programação local. No final dos blocos sempre tem a análise de um colunista.
Há também faixas de programação exclusivamente local das 9h às 11h da manhã, das 18h às 18h40 e das 19h às 20h (esta apenas para a praça de São Paulo, Internet e TV por assinatura, enquanto o restante da rede transmite o programa A Voz do Brasil que na BandNews SP é transmitido as 20h30 migrando a grade normal para a internet durante 1h isso durante a semana).

O blog conta com conceitos, entrevistas em áudio e vídeo. Além de conter publicação especial de fotografias , curiosidades sobre rádio e muito mais! Acesse:

[+] Link: Acesse ao blog, clicando aqui!

Uma realização: 

Visitaram o veículo: Uliane Tatit, Amanda Carolina, Guilherme Nunes e Nicole GulinFilmagens - Uliane Tatit
Fotografias - Guilherme Nunes
Edição de imagens - Bruna Alves Teixeira

Edição de filmagens - Bruna Alves Teixeira e Uliane Tatit
Pesquisa - Amanda Carolina e Nicole Gulin
Administração do blog - Uliane Tatit
Capa do blog - Bruna Alves Teixeira

Separação de conteúdos - Amanda Carolina e Nicole Gulin
Áudio - Guilherme Nunes
Repórteres - Amanda Carolina e Nicole Gulin
 

Alunos: Uliane Tatit, Nicole Gulin, Amanda Carolina, Guilherme Nunes, Bruna Alves Teixeira.

quarta-feira, 12 de junho de 2013



A internet é considerada uma das maiores invenções do século XX. Uma rede de troca de informações a nível mundial, a internet surgiu para encurtar distancias, acima de tudo, e contribuir para a formação de ideais.

De acordo com a revista Time, jovens de 8 a 18 anos, nos EUA gastam aproximadamente 7 horas por dia acessando a internet. Isso faz com que se tornem jovens menos felizes, com baixa autoestima e sedentários. Mas os adultos também não ficam de fora, os quais possuem uma compulsão de estarem conectados e saber tudo o que acontece ao redor do mundo.

É preciso manter o equilíbrio em relação a rede, pois através da conexão da internet, podemos ter acesso a vários canais de comunicação, o que fascina e atinge um comportamento viciante. O cérebro se acostuma com tantos estímulos auditivos, visuais, que enfim, na ausência desses estímulos, as pessoas não sabem o que fazer com o tempo.












[+] B9 declara sobre a "geração superficial" no CSM13.

[+] Quando a internet atrapalha

[+] Internet e o comércio da distração

terça-feira, 23 de abril de 2013

Num paradoxo entre real e possível/atual e virtual, Pierre Lévy, autor do livro "O que é virtual?", desenvolve uma determinada crítica a virtualização. Para ele, o virtual é o que ainda não temos e o atual é seu inverso, portanto, o que é atual nunca é virtual, porém o virtual pode vir a ser atual.
 

Lévy levanta uma questão que poderia ser transcrita mais ou menos assim: "Usaríamos a virtualização para o nosso bem?", pois virtual é um método que deve (deveria) ser usado para benefício da população. Por exemplo, redes sociais como Twitter e Facebook têm o princípio de conceder uma informação mais ampla e um conhecimento maior. 



De uma forma resumida, estão aqui os itens que conduzem o livro: Atualização X Virtualização. Ambos têm forte influência nos capítulos, assim como o "Efeito Moebius" percebido dentro desses conceitos, que seriam os dois lados propostos pelo autor.
Atualização - O contato entre quem "está" no virtual e quem lê ou vê sobre o que se tem na internet, por exemplo, comprova a importância do atual e do virtual, há uma melhoria na informação, pois a partir disso tanto o autor como o leitor poderão anexar conhecimentos e discussões em um devido assunto, obtendo então a troca de informação e a "nova informação" que seria a atualização.
Virtualização - É o inverso da atualização, transformando a solução em um problema mais geral. Pode ser definida como os questionamentos em cima de assunto, o debate e curiosidade de quem procura sobre algo.

Levy também comenta que o virtual não é só ligado à web, é também ao nosso cotidiano. Visto tanto nos meios de comunicação como no turismo. Sendo assim, o virtual seria uma ponte que cria novos espaços.

Completando, o autor mostra que uma das grandes importâncias é manter a inteligência coletiva e aumentar o nosso hipertexto (o que de um modo generalizado seria o cérebro extra). Por fim, o grande "passo-a-passo" da virtualização seria: a linguagem, a dialética e a retórica.


Siga o autor no Twitter (link).


Aluna: Uliane Tatit.

O Que é Virtual é um livro que trata de um tema tão comum hoje em dia, a tecnologia, com a complexidade da filosofia. Pierre Levy, o autor do livro, aborda o tema de uma maneira ampla e geral, não se confinando apenas ao campo dos computadores. Levy nos leva até o complexo do virtual, com termos difíceis e pensamentos bem elaborados, o que torna o livro extremamente chato de se compreender de uma primeira vez sem ter o mínimo de noção de filosofia. O autor traz uma comparação entre o real e o virtual, explicando bem como o ultimo afeta o campo cultural e econômico ao nosso redor. Levy também trabalha com o conceito de “inteligência coletiva”, um grande cérebro que é alimentando por varias fontes, dotado de imenso conhecimento em diversas áreas.

É bem interessante notar como varias das teorias de Levy, como o impacto do virtual na economia e a inteligencia coletiva, se concretizaram na vida real. Muitos questionamentos que ele faz no livro (Se eu compro algo na internet, aquilo é efetivamente meu?) são questões amplamente debatidas na realidade e são alvos de polêmica constantemente; a inteligencia coletiva se mostra verdadeira com inúmeros exemplos que usamos todos os dias, como por exemplo a Wikipédia. E o livro foi escrito em 1995, quando a internet ainda engatinhava!

Apesar da ampla curva de aprendizado, “O Que é Virtual” é um ótimo livro que explora muito bem o impacto do virtual em todas as grandes áreas, inclusive o do jornalismo, que é um dos que mais se transforma com esse tipo de advento.


Guilherme Zaleski Dea, 1º ano.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

O jornalismo tem passado por transformações significativas nas duas últimas décadas. Essas mudanças são, em parte, decorrentes da chegada da internet e da instauração das mídias sociais como ambientes de produção e divulgação do material jornalístico. Nesse contexto, destaca-se o surgimento do jornalismo colaborativo, com a participação do público que, de mero receptor da informação, passa agora a produtor de notícias, enviando conteúdos para as redações. Discutimos a importância das mídias sociais para o jornalismo atual e as novas práticas necessárias ao jornalista.

 Atualmente, as redes sociais Facebook e Twitter aparecem como ferramentas importantes para a coleta e divulgação da webnotícia uma das grandes possibilidades do webjornalismo é a interação direta e imediata com o produtor da notícia. No jornalismo impresso, por exemplo, caso um leitor discorde de algo exposto na notícia, terá que enviar uma carta ou um e-mail e aguardar que esta seja publicada em edição posterior. No ciberespaço há um grande fluxo de informações acontecendo de forma mais rápida, com atualizações em poucos espaços de tempo.

 Com o crescimento mundial da acessibilidade da internet, juntamente com o avanço da tecnologia dos aparelhos de telefonia móvel, surgiu outro grande avanço para o jornalismo: o jornalismo móvel. Com celulares cada vez mais dotados de recursos e o acesso a web, tornou-se possível não só a leitura de notícias, mas também a própria produção jornalística, diretamente do local de onde ocorreu o fato.

 Recentemente, o canal de notícias Sky News10 criou a função de correspondente no Twitter. A função deste profissional é vasculhar o microblog em busca de notícias.

 Além destas novas funções presentes no webjornalismo, podemos identificar também uma participação cada vez mais efetiva do público consumidor de informação. Com o auxílio das mídias sociais, estes consumidores passam a ser importantes colaboradores para a produção da notícia, utilizando espaços cedidos nos portais, produzindo e enviando material jornalístico, caracterizando assim o jornalismo colaborativo. Os usuários enviam vídeos, fotos, e passam informações aos jornalistas, caracterizando-se como prosumer. O prosumer é um novo personagem no cenário da redação de um telejornal ou de uma agência de notícias. Ele é o cidadão que produz o conteúdo midiático e o envia para a redação ou agência. Um exemplo é o Vc Repórter, do Portal Terra, que permite que os usuários enviem seu conteúdo jornalístico.

 Recentes eventos, como o Grande Tsunami do Oeste no Japão em 2011 e o Furacão Sandy nos Estados Undidos em 2012 mostraram a importancia do prosumer nas coberturas, podendo transmitir informações de locais de difícil acesso e detalhes cruciais assim que eles acontecem. Com um papel cada vez mais ativo, os grandes jornais não poderão mais ignorar esse importante sertor. A tendencia é que os leitores tenham uma relação cada vez mais direta com a notícia e com o veículo de comunicação.


Alunos: Amanda Carolina, Cristiane Lisboa, Filipe Veronezi, Guilherme Dea, Heloisa Quierati, Leonardo Hasper, Suelen de Paula, Victor Arendt.
 
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