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Mostrando postagens com marcador Virtualização. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 24 de abril de 2013



Em uma linguagem complicada e cansativa, Pierre Lévy  em seu livro “O que é Virtual?” constrói uma visão ampla do que é virtual, essa abordagem não tem como objetivo definir se é bom ou ruim, mas sim quais são suas características  na sociedade contemporânea. Para o autor o se deve diferenciar o real do virtual, sendo que o primeiro está em constante  modificação , sem estar efetivamente concretizado,  levando consigo a definição de algo que ainda vai existir, enquanto o real já é algo que existe, concretizado.  

Esse fenômeno da virtualização segundo Lévy afeta os corpos, a economia, a sensibilidade e a inteligência das pessoas, sendo que esse fenômeno não esta ligado apenas a maquinas e tecnologia, criando um conceito de questionamento das coisas, prova disso é que o comportamento da população vem sofrendo alterações significativas.

O virtual não precisa estar necessariamente situado em algum lugar, o físico passa a ser desterritorializado, criando um conceito de nomadismo, deixando evidente que tempo e espaço já não são mais importantes. Sendo assim a virtualização ajuda na troca de experiências e cria uma maior interação entre os indivíduos que todo o mundo, cria-se uma constante troca de informações e conhecimentos, deixando esses acessíveis a qualquer um, entrando assim no conceito de “inteligência coletiva”,  aonde segundo o autor ninguém é capaz de pensar sozinho.   



Nicole Gulin Braga. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Num paradoxo entre real e possível/atual e virtual, Pierre Lévy, autor do livro "O que é virtual?", desenvolve uma determinada crítica a virtualização. Para ele, o virtual é o que ainda não temos e o atual é seu inverso, portanto, o que é atual nunca é virtual, porém o virtual pode vir a ser atual.
 

Lévy levanta uma questão que poderia ser transcrita mais ou menos assim: "Usaríamos a virtualização para o nosso bem?", pois virtual é um método que deve (deveria) ser usado para benefício da população. Por exemplo, redes sociais como Twitter e Facebook têm o princípio de conceder uma informação mais ampla e um conhecimento maior. 



De uma forma resumida, estão aqui os itens que conduzem o livro: Atualização X Virtualização. Ambos têm forte influência nos capítulos, assim como o "Efeito Moebius" percebido dentro desses conceitos, que seriam os dois lados propostos pelo autor.
Atualização - O contato entre quem "está" no virtual e quem lê ou vê sobre o que se tem na internet, por exemplo, comprova a importância do atual e do virtual, há uma melhoria na informação, pois a partir disso tanto o autor como o leitor poderão anexar conhecimentos e discussões em um devido assunto, obtendo então a troca de informação e a "nova informação" que seria a atualização.
Virtualização - É o inverso da atualização, transformando a solução em um problema mais geral. Pode ser definida como os questionamentos em cima de assunto, o debate e curiosidade de quem procura sobre algo.

Levy também comenta que o virtual não é só ligado à web, é também ao nosso cotidiano. Visto tanto nos meios de comunicação como no turismo. Sendo assim, o virtual seria uma ponte que cria novos espaços.

Completando, o autor mostra que uma das grandes importâncias é manter a inteligência coletiva e aumentar o nosso hipertexto (o que de um modo generalizado seria o cérebro extra). Por fim, o grande "passo-a-passo" da virtualização seria: a linguagem, a dialética e a retórica.


Siga o autor no Twitter (link).


Aluna: Uliane Tatit.
 
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