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quarta-feira, 10 de abril de 2013

O jornalismo tem passado por transformações significativas nas duas últimas décadas. Essas mudanças são, em parte, decorrentes da chegada da internet e da instauração das mídias sociais como ambientes de produção e divulgação do material jornalístico. Nesse contexto, destaca-se o surgimento do jornalismo colaborativo, com a participação do público que, de mero receptor da informação, passa agora a produtor de notícias, enviando conteúdos para as redações. Discutimos a importância das mídias sociais para o jornalismo atual e as novas práticas necessárias ao jornalista.

 Atualmente, as redes sociais Facebook e Twitter aparecem como ferramentas importantes para a coleta e divulgação da webnotícia uma das grandes possibilidades do webjornalismo é a interação direta e imediata com o produtor da notícia. No jornalismo impresso, por exemplo, caso um leitor discorde de algo exposto na notícia, terá que enviar uma carta ou um e-mail e aguardar que esta seja publicada em edição posterior. No ciberespaço há um grande fluxo de informações acontecendo de forma mais rápida, com atualizações em poucos espaços de tempo.

 Com o crescimento mundial da acessibilidade da internet, juntamente com o avanço da tecnologia dos aparelhos de telefonia móvel, surgiu outro grande avanço para o jornalismo: o jornalismo móvel. Com celulares cada vez mais dotados de recursos e o acesso a web, tornou-se possível não só a leitura de notícias, mas também a própria produção jornalística, diretamente do local de onde ocorreu o fato.

 Recentemente, o canal de notícias Sky News10 criou a função de correspondente no Twitter. A função deste profissional é vasculhar o microblog em busca de notícias.

 Além destas novas funções presentes no webjornalismo, podemos identificar também uma participação cada vez mais efetiva do público consumidor de informação. Com o auxílio das mídias sociais, estes consumidores passam a ser importantes colaboradores para a produção da notícia, utilizando espaços cedidos nos portais, produzindo e enviando material jornalístico, caracterizando assim o jornalismo colaborativo. Os usuários enviam vídeos, fotos, e passam informações aos jornalistas, caracterizando-se como prosumer. O prosumer é um novo personagem no cenário da redação de um telejornal ou de uma agência de notícias. Ele é o cidadão que produz o conteúdo midiático e o envia para a redação ou agência. Um exemplo é o Vc Repórter, do Portal Terra, que permite que os usuários enviem seu conteúdo jornalístico.

 Recentes eventos, como o Grande Tsunami do Oeste no Japão em 2011 e o Furacão Sandy nos Estados Undidos em 2012 mostraram a importancia do prosumer nas coberturas, podendo transmitir informações de locais de difícil acesso e detalhes cruciais assim que eles acontecem. Com um papel cada vez mais ativo, os grandes jornais não poderão mais ignorar esse importante sertor. A tendencia é que os leitores tenham uma relação cada vez mais direta com a notícia e com o veículo de comunicação.


Alunos: Amanda Carolina, Cristiane Lisboa, Filipe Veronezi, Guilherme Dea, Heloisa Quierati, Leonardo Hasper, Suelen de Paula, Victor Arendt.
O que é?

A deep web é composta por atividades ilegais e, na maioria das vezes, pavorosas que não são acessíveis diretamente pro sites de busca. Nas profundezas do grande iceberg, chamado internet, existe o lado mais escuro e sombrio, que a grande parte dos usuários não conhece. Ela representa cerca de 90% da internet e há quem diga que o Google só consegue rastrear 1% do que existe online.

As páginas da web da superfície podem ser rastreadas e indexadas pelos mecanismos de busca tradicionais, como o Google, porque são ligadas umas às outras por link. Já as páginas que estão na deep web residem em bases de dados pesquisáveis, mas somente podem ser descobertas por uma consulta direta. Sem isso seus resultados não são publicados.

Como acessar? 

Por meio da instalação ferramenta Tor, que te coloca no anonimato, prevenindo ataques de vírus e hackers, inclusive de sites criminosos que podem ter acesso aos seus dados. A partir da troca do IP e da instalação do Tor, todos os sites com extensão "onion.com", que são relacionados à deep web, podem ser acessados.

Quais são os riscos?

Se não ocorrer anonimato total a pessoa pode ser rastreada tanto pela polícia quanto pelo criminoso. Ao entrar em um dos links da deep web é recomendado não escrever mais de uma frase nos fóruns (codificação entre criminosos), nem permanecer mais de cinco minutos falando com uma mesma pessoa.

Casos comprovados:
(Não entraremos em detalhes)
- Tortura por encomenda;
- Centopeia Humana;
- Bonecas Humanas;
- Vídeos Snuffs;
- Tráfico de drogas;
- Tráfico de orgãos;
- Pedofilia grotesca;
- Canibalismo;
- Tráfico de armamento.

Qual o lado bom da deep web?

O site Wikileaks foi criado a partir dos dados lançados na deep web, o governo usa a deep web para saber das preferências da população, o Facebook e sites pornôs usam a deep web para esconder os dados dos usuários.

Confira abaixo o slideshare usado para a apresentação do trabalho:

Alunos: Uliane Tatit, Izabelle Ianchuki, Pedro Garcia, Desirée Davoglio, Luiz Richalski e Larissa Petrova. 

 
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