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terça-feira, 19 de novembro de 2013


Alunos: Bruno Henrique; Guilherme Nunes; Leonardo Harper; Victor Arendt.
   O capitulo 22 descreve o mal que muitos são capazes de fazer para se beneficiarem à custa de outros. Muitos blogs são usados como máquinas de ódio e punição. É inúmera a quantidade de pessoas que praticam o Bullying Cibernético sem medir as consequências que podem ser causadas na vida daquele que sofre. Muitas vezes se inventam provas e aderem-se ao sensacionalismo e especulação em torno de alguém.

   No capitulo 23, denominado “Bem vindo à irrealidade”, o autor descreve que tudo o que acontece é filtrado, ou seja, as novidades são colocadas em um funil e então vão se filtrando, chegando enfim ao conhecimento da mídia. Porém, algumas ainda não têm potencial de noticia, que é outro filtro, para enfim chegar a ser publicado como notícia, sendo esperado que se espalhe. Isto é, “a mídia é um mecanismo que sistematicamente limita a informação vista pelo público” (pag. 226). O grande problema é que ao filtrar os acontecimentos, deveria ser eliminado qualquer perigo de notícia falsa, porém grande parte do que passa pelo filtro são notícias errôneas, principalmente tratando de materiais de blogs.

   No capitulo 24 o autor dá dicas de como ler um blog, e utiliza uma frase de Ivan Turgueniev: “A verdade é como um lagarto; ela deixa sua cauda em seus dedos e foge, sabendo muito bem que uma nova cauda logo irá crescer”. Em muitos casos, achar alguma notícia verdadeira em um blog é uma tarefa para poucos. Entre as notícias que encontramos em blogs, muitas delas são mentirosas, como nos exemplos:

-“De acordo com um informante...” - o informante, geralmente, é o blogueiro escrevendo o que ele quer;  

-“Ouvi relatos” - provavelmente estes relatos foram tirados do twitter com referências aleatórias;

-“Documentos oficiais” muitas vezes são e-mails mandados para o blog que quase sempre não são oficiais;

-“Em primeira mão”: a matéria foi publica antes da noticia real sair e provavelmente vai ser seguida das palavras “teremos mais detalhes em diante”. Mostra que até o momento eles não viram nada, e mesmo assim quiseram anunciar para o publico;

- “Exclusivo”: em muitos casos a fonte deu essa “exclusiva” para vários sites ao mesmo tempo, ou o site em questão assumiu a propriedade de uma história roubada de um site de menor notoriedade;

-“De acordo com a reportagem de”: a única coisa feita foi resumir a reportagem de outro veiculo;

-“Procuramos fulano de tal”: na maioria das vezes, o que realmente foi feito é terem mandado um e-mail para a pessoa, e nada mais.
   Uma das frases citadas pelo autor (pág. 234) é extremamente reflexiva: “A ficção passa como realidade.”, ou seja, muitas vezes tudo não passa de enganação e improvisos fazendo com que o leitor creia em tudo o que é escrito.   
Equipe: Bruno Henrique, Eduardo Duda, Guilherme Nunes, Leonardo Hasper, e Victor Arendt.

  A Primavera Árabe foi uma série de eventos iniciados em 2010, em vários países no Oriente Médio, nos quais o povo visava uma reforma política contra os regimes totalitários que governavam os países. As principais nações envolvidas, e que conseguiram derrubar totalmente o sistema de governo então impostos, são a Líbia, a Tunísia, o Iêmen, e o Egito. As manifestações nestes países formaram uma onda que funcionou como um efeito dominó, encorajando outros povos a lutar pela liberdade dos seus Estados. Os outros países participantes desta onda de protestos, tendo eles derrubado parcialmente o governo ou não, foram: Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Argélia, Sudão, Jordânia, Líbano, Palestina, Síria, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Barein, e Omã. Alguns ainda lutam por democracia hoje.

  O principal combustível para os eventos terem se tornado possíveis foram redes sociais na internet, como o Facebook, o Twitter, e o YouTube. Através destas, o povo dentro e fora do país tinha como ficar sabendo das repercussões provenientes dos protestos, uma vez que as mídias comuns, como televisão e rádio, são/eram censuradas dentro destes países. O governo do Egito chegou a bloquear o uso da internet e o sinal de celular dentro do país, a fim de controlar as manifestações.


  Na apresentação em sala de aula sobre o assunto, foi exibido um vídeo. Segue o link:
http://www.youtube.com/watch?v=B7fmV-bFW4U

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Alice dos Santos, Ana Cristina Mayer, Laura Torres, Luana Vosgerau, Petry Souza e Victória Pagnozzi.

O que é ciberativismo ?
É uma forma de ativismo pela internet, também chamada de ativismo online ou digital, usada para divulgar causas, fazer reivindicações e organizar mobilizações.
Segundo o professor de comunicação da Universidade Federal Fluminense Dênis de Moraes em seu texto O Ativismo Digital " É uma arena complementar de mobilização e politização, somando-se a assembléias, passeatas, atos públicos e panfl etos”

Segundo Luiz Fernando Gomes e Sonia Piaya M. Munhos : A série de manifestações da população brasileira, espalhadas por diversas cidades nos últimos meses, representam, sem dúvida, um momento histórico para os movimentos sociais no país. Os protestos nasceram independentes de bandeiras partidárias, aparentemente a partir de coletivos sociais que, mesmo pequenos, específicos e geograficamente separados, uniram-se num quadro de lutas mais amplo representado por um "basta" a todo tipo de política pública que não atende aos anseios da população.  
O vídeo exibido em sala:

http://www.youtube.com/watch?v=YJNiZ0aWW5Q&feature=youtu.be

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Por: Bruna Luíza Karas, Daniele A. Vieira,  Eluyse de Lima Cirino, Karla Kachuba e Luiza Jacometto.


O movimento Occupy Wall  Street  teve início em Setembro de 2011 no Canadá, após a publicação de um artigo no site da revista Adbusters, pertencente à um grupo de anticonsumistas. Eles chamavam a população norte americana, a protestar contra a desigualdade social no país, isso porque, mesmo com a crise a parte mais rica da população continuou se beneficiando e aumentando seu patrimônio. O artigo causou comoção entre as pessoas e simpatizantes aderiram ao movimento criando um site para reunir pessoas com os mesmos ideais.

O movimento não tem um líder, uma característica de movimentos que se iniciam na internet. Eram em torno de 1.000 manifestantes que tomaram  as ruas, se reuniram em Zucotti Park, Lower Manhattan, seguindo  em direção a Wall Street. O movimento tinha como slogan “We are the 99%”,em português, “Nós somos 99%” que tem como objetivo demostrar a desigualdade no país. O protesto teve o apoio de outras cidades, dentro e fora dos EUA. O movimento ainda está ocorrendo, via internet, através do site é possível acompanhar o que eles estão  promovendo.


As redes sociais foram de extrema importância para o Occupy, pois através do Twitter, e Facebook que as pessoas tinham informações sobre o que estava ocorrendo nos manifestos. A mídia só passou a comentar o assunto a partir do dia 1º de Outubro quando houve grande repressão, violência e 700 manifestantes foram detidos.  O Occupy Wall Street, ficou  entre os assuntos mais comentados no Twitter, as pessoas utilizavam as hashtags para espalhar as informações e tudo o que estava acontecendo nas ruas.
Alunos: Ana Clara, Amanda Oliveira, Graziela Fioreze e Lucas Souza.

     Considerado como uma das maiores vitórias do Greenpeace no Brasil, a Moratória da Soja, acordo que foi estabelecido em 2006 e que está em vigor até hoje, conseguiu diminuir o desmatamento na Amazônia, com a ajuda da internet.  
     Através de uma investigação, feita pela Greenpeace, sobre a expansão da indústria da soja no Brasil, houve a descoberta de que multinacionais norte-americanas estavam envolvidas com o desmatamento na região amazônica, causado pela plantação de soja. As multinacionais Archer Daniels Midland (ADM), Bunge e Cargill, empresas que juntas controlavam 60% de todo o financiamento da produção de soja no país, eram responsáveis por financiar a abertura de estradas em áreas de floresta, e pela construção de portos e silos.
    Além disso, compravam a soja produzida em fazendas envolvidas com grilagem de terras. Essas empresas forneciam aos produtores de soja crédito fácil e mercado garantido, dando incentivos e recursos, como sementes e fertilizantes, para que eles comprassem e desmatassem grandes extensões de terra. A grande maioria desta soja era exportada para a Europa, para ser comercializada como ração animal, usada em produtos como o Chicken McNuggets do McDonald’s.
     Após intensa campanha do Greenpeace no Brasil e na Europa, com a publicação do relatório “Comendo a Amazônia”, que foi divulgado na internet detalhando os impactos negativos da expansão da soja na floresta amazônica, a indústria de grãos brasileira, junto com empresas da indústria de alimentos na Europa (Carrefour, McDonald´s Europe, Marks and Spencer, ASDA, Nutreco, Ritter Sport) realizaram um acordo, decretando a moratória, com o objetivo de "não comercializar a soja da safra que será plantada a partir de outubro de 2006, oriunda de áreas que forem desflorestadas dentro do Bioma Amazônico, após a data do presente comunicado". O compromisso foi anunciado em 24 de julho de 2006.
    A moratória tem o compromisso de elaborar e implementar um sistema efetivo de mapeamento e monitoramento do Bioma Amazônico, desenvolver estratégias para encorajar e sensibilizar os sojicultores a atenderem o disposto no Código Florestal Brasileiro e trabalhar em conjunto com outros setores interessados para desenvolver novas regras de como operar no Bioma Amazônico.
    O monitoramento na Amazônia comprovou que a moratória contribuiu para a queda do desmatamento, não apenas na Amazônia. O Mato Grosso, maior estado produtor de soja no Brasil, apresentou uma redução de 40% no índice de desmatamento entre agosto de 2006, quando a moratória foi anunciada, e maio de 2007, comparada com o mesmo período do ano anterior. No Pará, houve uma redução de 41% na área plantada com soja desde o anúncio da moratória, uma queda significativa quando comparada com a média nacional, que foi de 9,3%.

Confira o blog do grupo: http://brasilcyber.blogspot.com.br/


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Primeiramente, diferenciemos ativismo de ciberativismo. O ativismo é qualquer doutrina ou argumentação que privilegie a prática efetiva de transformação da realidade em detrimento da atividade . Ciberativismo é uma forma de ativismo, mas que usam o ciberespaço para fortalecer e atrair pessoas para causa. Além de promover o protesto, a internet permite que os navegadores na web tenham as seguintes ações:


O ciberativismo teve início em 1990, quando a internet chegou ao alcance da população. O "boom" foi entre 1995 e 1998, quando teve origem das ONG's e mostraram resultados.
Essa forma de protesto online influenciou vários acontecimentos pelo mundo, tais como:
- A revolta popular dos egípcios contra o ex-presidente ditador Mubarak, todo o movimento foi firmado e transmitido via Twitter e demais redes sociais que auxiliaram na transmissão de opiniões e organização dos manifestantes nas ruas.
         - Em 2001 o presidente das Filipinas, Joseph Estrada, foi retirado do seu cargo após quatro dias de manifestações, convocadas e coordenadas via mensagens de texto de celular. As manifestações ocorreram após os senadores pararem o processo de destituição do presidente. A oposição difundiu mensagens de texto e 75 minutos depois 20.000 pessoas estavam nas ruas (HOWARD, 2004). O país já apresentava um histórico de grande utilização de mensagens de texto.
         - Pelo Facebook, os organizadores do Movimento Passe Livre (MPL) conseguiram a adesão de centenas de milhares de pessoas, sendo que uma boa parcela participou efetivamente dos protestos realizados este ano em diversas cidades do país.
         Há várias críticas sobre esse tipo de protesto, pois assim ocorre a exclusão digital, já que nem todas as pessoas têm acesso à internet. Assim como a fragmentação e polarização do motivo principal, porque há alguns manifestantes que não estão inclusos para protestar, mas sim para fazer baderna. O ciberativismo tem uma má fama de "slackativism" (ativismo preguiçoso), pois há uma comodidade e alguns daqueles que manifestam só tem voz na internet e não saem quando, eventualmente, deve-se agir.

O PROTESTO CONTRA DOUTRINA PAROT
         Para os leigos, Doutrina de Parot é o nome dado ao sistema de cômputo de redução de penas, aplicado com retroatividade na Espanha desde 2006, que afetava com condenações múltiplas. O motivo da manifestação foi após a libertação de Inés del Río Prada, que é antiga membro do grupo terrorista “comando Madrid”,  a qual foi condenada por 24 assassinatos a 3.828 anos de prisão, dos quais cumpriu 26. Em seguida juízes sentenciaram que poderia libertar dezenas de membros do grupo. A AVT, que é principal representante das vítimas, se revoltou e contou com o apoio do Partido Popular para o protesto. No qual, houve centenas de manifestantes exibindo bandeiras espanholas e fotos de vítimas do terrorismo.
         
         Reportagem sobre Inés del Río:
Depoimento de Alfonso Sanchez (uma das vítimas de Inés):
Vítimas da ETA manifestam contra decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos:

O protesto teve repercussão em redes sociais e veículos de comunicação digital.
Twitter:

Blog de Luís Lavoura:
G1:

Carolina Fabiani - Isabela Rocco - Luiz Richalski



Luíza Giovana, Suelen de Paula, Débora Maria e Mariane Moreira.



 
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